São Gonçalo é Brasil!

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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Minha casa minha vida entrega mais 560 unidades as familias brasieliras!

Saíram mais 560 apartamentos do programa minha casa minha vida para o povo de Feira de Santana.
Mais de 2.800 pessoas serão beneficiadas, nesta quinta-feira (27), às 14h, em Feira de Santana (BA), pelo Programa Minha Casa Minha Vida, com a entrega das 560 unidades dos residenciais Vida Nova Aviário 2 e Laranjeiras 2ª Etapa. Os empreendimentos, destinados a famílias com renda de até mil e seiscentos reais, receberam investimento total de vinte e oito milhões e quinhentos mil reais, com recursos do Fundo de Arrecadamento Residencial (FAR).
O evento contará com a presença do presidente da CAIXA, Jorge Hereda, do governador da Bahia, Jaques Wagner, do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, e do superintendente regional da CAIXA, José Raymundo Cordeiro Junior, além de autoridades estaduais e municipais.
O Residencial Vida Nova Aviário é constituído por 340 apartamentos, distribuídas em 17 blocos de cinco andares, com quatro apartamentos cada. As unidades têm área privativa de 39,27m², divididos em 2 quartos, circulação, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes, no valor de R$ 57 mil cada, sendo que 11 unidades foram adaptadas para Portadores de Necessidades Especiais (PNE). O empreendimento é dotado de infraestrutura interna e externa, contando ainda, com parque infantil, quiosque e campo de areia com alambrado.
O Residencial Laranjeiras 2ª Etapa é composto por 220 apartamentos, distribuídos em 11 blocos de cinco andares, com quatro apartamentos cada. As unidades têm área privativa de 37,86m², divididos em 2 quartos, circulação, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes, no valor de R$ 41 mil cada, sendo que oito unidades foram adaptadas para PNE. O empreendimento é dotado de infraestrutura interna e externa, contando ainda, com quiosque, parque infantil e quadra de areia.

Os dois empreendimentos atendem às exigências de qualidade do PMCMV, sendo equipado com infraestrutura completa, composta por meio-fio, pavimentação com paralelepípedo e redes de água potável, esgotamento sanitário com tratamento, energia elétrica com iluminação pública e disponibilidade de acesso ao transporte público. Parabéns aos baianos por mais esta conquista e muitas felicidades aos novos proprietários da terra do acarajé. 
Entrega de 560 unidades dos residencial Vida Nova Aviário 2 e Laranjeiras 2ª Etapa
Data: 27 de fevereiro de 2014 (quinta-feira)
Hora: 14h
Local: Estrada da Terra Vermelha, s/n – Feira de Santana (BA)

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Politica de Habitação é casa, meio ambiente e mobilidade urbana.

Política nacional de habitação um problema antigo no Brasil

Politica de habitação era um jogo que vinha sendo jogado a muito tempo, mas com time sem tecnico. Desde 2003 vem sendo implementado uma equipe com tecnico e titulares pra ganhar esse jogo. Em 2004 entrou em campo o Ministerio das Cidades pra fazer gol.

Na tentativa de sanar os problemas mais gritantes do Brasil antigo como: Habitação, saneamento, meio ambiente e mobilidade urbana foi criado a 1 de Janeiro de 2003 o Ministério das Cidades

A criação do Ministério das Cidades foi o reconhecimento do Governo de que os imensos desafios urbanos do país precisavam ser encarados como política de Estado. Na época cerca de 80% da população do país moravam em áreas urbanas e, em escala variável, as cidades brasileiras apresentavam problemas comuns que foram agravados, ao longo dos anos, pela falta de planejamento, reforma fundiária, controle sobre o uso e a ocupação do solo. Com o objetivo de assegurar o acesso à moradia digna, à área urbanizada, à água potável, ao ambiente saudável e à mobilidade com segurança, foi iniciada a gestão frente ao Ministério das Cidades ampliando, de imediato, os investimentos nos setores da habitação e saneamento ambiental e adequando programas existentes às características do deficit habitacional e infraestrutura urbana que é maior junto à população de baixa renda. Nos primeiros vinte meses foram aplicados em habitação 30% a mais de recursos que nos anos de 1995 a 2002; E no saneamento os recursos aplicados foram 14 vezes mais do que o período de 1999 a 2002. Ainda era pouco. Precisava ser investido muito mais. Também foram incorporados às competências do Ministério das Cidades as áreas de transporte e mobilidade urbana, trânsito, questão fundiária e planejamento territorial. Paralelamente a todas essas ações, foi iniciado um grande pacto de construção da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano – PNDU, pautado na ação democrática, descentralizada e com participação popular, visando à coordenação e a integração dos investimentos e ações. Neste sentido, foi desencadeado o processo de conferências municipais, realizadas em 3.457 dos 5.561 municípios do país, culminando com a Conferência Nacional, em outubro de 2003, e que elegeu o Conselho das Cidades e estabeleceu os princípios e diretrizes da PNDU. Em consonância com o Conselho das Cidades, formado por 71 titulares que espelham a diversidade de segmentos da sociedade civil, foram elaboradas as propostas de políticas setoriais de habitação, saneamento, transporte e mobilidade urbana, trânsito, planejamento territorial e a PNDU.
CADERNOS Ministério das CIDADES
HABITAÇÃO CADERNOS Ministério das CIDADES
 HABITAÇÃO

Como mais uma etapa da construção da política de desenvolvimento, foram apresentados uma série de publicações, denominadas Cadernos Ministério das Cidades, para promover o debate das políticas e propostas formuladas. Em uma primeira etapa estão sendo editados os títulos: PNDU; Participação e Controle Social; Programas Urbanos; Habitação; Saneamento; Transporte e Mobilidade Urbana; Trânsito; Capacitação e Informação.  Essas publicações foi uma iniciativa do governo através do ministério das cidades em trazer todos para uma reflexão, do objetivo, de forma democrática e participativa, sobre os rumos das políticas públicas por meio de critérios da justiça social, transformando para melhor a vida dos brasileiros e propiciando as condições para o exercício da cidadania. Estas propostas foram feitas para alimentar a Conferência Nacional das Cidades, cujo processo teve lugar entre fevereiro e novembro de 2005. Durante este período, municípios, estados e a sociedade civil foram convidados a participar dessa grande construção democrática que é a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano.