São Gonçalo é Brasil!

São Gonçalo é Brasil!

terça-feira, 22 de abril de 2014

Dilma Rousseff interfere em erros cometidos em conjunto do programa minha casa minha vida negligenciados pela caixa economica federal no Rio de Janeiro.

Quando a sua reclamação cai nas mãos certas, certo é que alguma coisa irá acontecer.
Em uma simples inauguração de um conjunto residencial do programa minha casa minha vida onde a presidenta Dilma Rousseff esteve presente, problemas relatados por duas moradoras de um dos conjuntos entregue anteriormente, inclusive, anterior à nova gestão municipal, está dando muito que deixar integrantes da caixa econômica responsáveis pela entrega do conjunto de cabelos branco. Uma das moradoras escreveu uma carta relatando os problemas que os moradores estão encontrando em dos conjuntos depois que as unidades foram entregues e outra moradora conseguiu entregar a carta à presidenta Dilma que ao que nos parece ficou indignada com os relatos. O resultado foi à marcação de uma reunião com os moradores para agilizar com prioridade os problemas existentes no conjunto. A reclamação dos moradores é que desde que o conjunto residencial foi entregue as coisas não têm andado como a caixa achava que estava andando. Muitas reuniões e nada acontecendo dizia a carta da moradora. Marcação de datas sem fim para resolver problemas de entupimento no ramal de gás, entupimento e tubos quebrados nos ramais de água, banheiros com problemas graves de vazamentos e mais um monte de defeitos que a caixa dizia que seriam resolvidos, mas o que se notava é que o tempo ia passando. Ao longo de quase oito longos meses de reclamações veio a grande oportunidade de reclamar a quem realmente podia reverter o quadro de demora e enrolação. Esse condomínio fica no Rio de Janeiro na cidade de São Gonçalo e hoje é exemplo para os moradores que receberam algumas unidades com defeitos graves em algum conjunto relacionado ao programa minha casa minha vida e estão notando que há algum desrespeito com os coproprietários, não dando a mínima para suas reclamações, e o tempo passando. A partir dessa reunião a caixa se comprometeu em ata a regularizar a situação de vários apartamentos, das áreas externas e internas dos blocos, resolver os problemas relacionados ao esgoto e muito mais. 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Minha casa minha vida entrega mais 560 unidades as familias brasieliras!

Saíram mais 560 apartamentos do programa minha casa minha vida para o povo de Feira de Santana.
Mais de 2.800 pessoas serão beneficiadas, nesta quinta-feira (27), às 14h, em Feira de Santana (BA), pelo Programa Minha Casa Minha Vida, com a entrega das 560 unidades dos residenciais Vida Nova Aviário 2 e Laranjeiras 2ª Etapa. Os empreendimentos, destinados a famílias com renda de até mil e seiscentos reais, receberam investimento total de vinte e oito milhões e quinhentos mil reais, com recursos do Fundo de Arrecadamento Residencial (FAR).
O evento contará com a presença do presidente da CAIXA, Jorge Hereda, do governador da Bahia, Jaques Wagner, do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, e do superintendente regional da CAIXA, José Raymundo Cordeiro Junior, além de autoridades estaduais e municipais.
O Residencial Vida Nova Aviário é constituído por 340 apartamentos, distribuídas em 17 blocos de cinco andares, com quatro apartamentos cada. As unidades têm área privativa de 39,27m², divididos em 2 quartos, circulação, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes, no valor de R$ 57 mil cada, sendo que 11 unidades foram adaptadas para Portadores de Necessidades Especiais (PNE). O empreendimento é dotado de infraestrutura interna e externa, contando ainda, com parque infantil, quiosque e campo de areia com alambrado.
O Residencial Laranjeiras 2ª Etapa é composto por 220 apartamentos, distribuídos em 11 blocos de cinco andares, com quatro apartamentos cada. As unidades têm área privativa de 37,86m², divididos em 2 quartos, circulação, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes, no valor de R$ 41 mil cada, sendo que oito unidades foram adaptadas para PNE. O empreendimento é dotado de infraestrutura interna e externa, contando ainda, com quiosque, parque infantil e quadra de areia.

Os dois empreendimentos atendem às exigências de qualidade do PMCMV, sendo equipado com infraestrutura completa, composta por meio-fio, pavimentação com paralelepípedo e redes de água potável, esgotamento sanitário com tratamento, energia elétrica com iluminação pública e disponibilidade de acesso ao transporte público. Parabéns aos baianos por mais esta conquista e muitas felicidades aos novos proprietários da terra do acarajé. 
Entrega de 560 unidades dos residencial Vida Nova Aviário 2 e Laranjeiras 2ª Etapa
Data: 27 de fevereiro de 2014 (quinta-feira)
Hora: 14h
Local: Estrada da Terra Vermelha, s/n – Feira de Santana (BA)

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Politica de Habitação é casa, meio ambiente e mobilidade urbana.

Política nacional de habitação um problema antigo no Brasil

Politica de habitação era um jogo que vinha sendo jogado a muito tempo, mas com time sem tecnico. Desde 2003 vem sendo implementado uma equipe com tecnico e titulares pra ganhar esse jogo. Em 2004 entrou em campo o Ministerio das Cidades pra fazer gol.

Na tentativa de sanar os problemas mais gritantes do Brasil antigo como: Habitação, saneamento, meio ambiente e mobilidade urbana foi criado a 1 de Janeiro de 2003 o Ministério das Cidades

A criação do Ministério das Cidades foi o reconhecimento do Governo de que os imensos desafios urbanos do país precisavam ser encarados como política de Estado. Na época cerca de 80% da população do país moravam em áreas urbanas e, em escala variável, as cidades brasileiras apresentavam problemas comuns que foram agravados, ao longo dos anos, pela falta de planejamento, reforma fundiária, controle sobre o uso e a ocupação do solo. Com o objetivo de assegurar o acesso à moradia digna, à área urbanizada, à água potável, ao ambiente saudável e à mobilidade com segurança, foi iniciada a gestão frente ao Ministério das Cidades ampliando, de imediato, os investimentos nos setores da habitação e saneamento ambiental e adequando programas existentes às características do deficit habitacional e infraestrutura urbana que é maior junto à população de baixa renda. Nos primeiros vinte meses foram aplicados em habitação 30% a mais de recursos que nos anos de 1995 a 2002; E no saneamento os recursos aplicados foram 14 vezes mais do que o período de 1999 a 2002. Ainda era pouco. Precisava ser investido muito mais. Também foram incorporados às competências do Ministério das Cidades as áreas de transporte e mobilidade urbana, trânsito, questão fundiária e planejamento territorial. Paralelamente a todas essas ações, foi iniciado um grande pacto de construção da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano – PNDU, pautado na ação democrática, descentralizada e com participação popular, visando à coordenação e a integração dos investimentos e ações. Neste sentido, foi desencadeado o processo de conferências municipais, realizadas em 3.457 dos 5.561 municípios do país, culminando com a Conferência Nacional, em outubro de 2003, e que elegeu o Conselho das Cidades e estabeleceu os princípios e diretrizes da PNDU. Em consonância com o Conselho das Cidades, formado por 71 titulares que espelham a diversidade de segmentos da sociedade civil, foram elaboradas as propostas de políticas setoriais de habitação, saneamento, transporte e mobilidade urbana, trânsito, planejamento territorial e a PNDU.
CADERNOS Ministério das CIDADES
HABITAÇÃO CADERNOS Ministério das CIDADES
 HABITAÇÃO

Como mais uma etapa da construção da política de desenvolvimento, foram apresentados uma série de publicações, denominadas Cadernos Ministério das Cidades, para promover o debate das políticas e propostas formuladas. Em uma primeira etapa estão sendo editados os títulos: PNDU; Participação e Controle Social; Programas Urbanos; Habitação; Saneamento; Transporte e Mobilidade Urbana; Trânsito; Capacitação e Informação.  Essas publicações foi uma iniciativa do governo através do ministério das cidades em trazer todos para uma reflexão, do objetivo, de forma democrática e participativa, sobre os rumos das políticas públicas por meio de critérios da justiça social, transformando para melhor a vida dos brasileiros e propiciando as condições para o exercício da cidadania. Estas propostas foram feitas para alimentar a Conferência Nacional das Cidades, cujo processo teve lugar entre fevereiro e novembro de 2005. Durante este período, municípios, estados e a sociedade civil foram convidados a participar dessa grande construção democrática que é a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano.  

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Viver em coletividade é ganhar espaços sem pisar em ninguém e ceder espaços sem perder o controle.

Ilustração do residencial Bella Vida II
Os moradores do residencial Bella vida II devem ficar um pouco mais atento a determinadas coisas que acontecem nas dependências do condomínio, porque os rádios altos, os palavrões, a quebra do silencio após as 22 horas ainda imperam no condomínio. Estando atento pode-se pedir aos responsáveis que evitem infligir à lei para que não sofram punições, mas também, para isso, é necessário que a administração do condomínio esteja interessada em fazer cumprir a lei. Morar bem é morar onde todos se respeitam. Para que possamos valorizar o nosso condomínio temos que partir do seguinte pensamento:- Não devo querer pra você, o que não quereria para mim, simples assim, mas tem gente que não consegue respeitar os direitos de ninguém se achando o centro de tudo, e, é ai que vem às discussões, as brigas, as implicações e o clima tenso. Imaginem uma eleição para sindico com um clima tenso, por causa de fofocas, intrigas com o nome de uma pessoa que nem pode se defender e quando descoberta a fofocaiada o que pode, poderia ou poderá acontecer? Então é muito bom que as coisas sigam o caminho do bem, da harmonia e assim tudo irá bem. 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Presidenta Dilma deve apertar a fiscalização nos projetos do programa minha casa minha vida.

Programa minha casa, minha vida?
Um dos melhores programas de habitação já desenvolvido no país, desde, a época dos índios. O programa conta com parcerias e é um grande avanço com serviços sociais em algumas cidades. A caixa econômica federal é responsável pela Administração de: seleção dos projetos, contratos para construção dos conjuntos, vistorias dos conjuntos, seleção de candidatos, sorteio das unidades residenciais e entrega das chaves. No programa emergencial criado para beneficiar as pessoas que tiveram problemas com calamidades e desastres naturais a caixa deixa a desejar nos critérios: fiscalização dos beneficiados, fiscalização da construção propriamente dita dos conjuntos, consultorias indicadas para acompanhamento dos condomínios.
Seleção dos projetos: Há conjuntos que começaram a ser construídos e já com as obras bastante avançadas foram detectados problemas nas estruturas, nos terrenos e até nos orçamentos. Mas ai, o leite já estava derramado e isso atrasa o avanço do programa e muita gente fica aguardando por muito mais tempo.
Fiscalização dos beneficiados: A fiscalização não pode ser feita somente pelas instituições municipais sem o acompanhamento direto do órgão federal porque existem vários beneficiados que se tivessem sido selecionados da forma correta, não se enquadrariam no programa. Muitos têm vários imóveis, até alugados no município, e, de antes do cadastro feito para os problemas com as enchentes e com os deslizamentos de terras. (fraudes) é só procurar que vai achar.
Contratos para construção dos conjuntos: O cidadão comum não tem como saber qual a empresa que está sendo selecionada para licitação é por isso que existem os funcionários do povo que parte das mais altas esferas de governo até as mais inferiores e custam caro aos bolsos dos contribuintes, mas eles não trabalham direito. Como pode uma empresa que não tem condição de iniciar uma obra e termina-la vencer uma licitação?, Iniciar uma obra e depois abandona-la no meio do caminho porque não há verbas para termina-las? E a instituição fiscalizadora não dar nenhuma solução imediata para o problema e os esqueletos dos conjuntos ficarem se estragando a mercê dos vândalos? Pode haver interesses estranhos ao da população?!
Fiscalização das obras propriamente dita: A obras completamente mal executadas com problema de acompanhamento técnico, portais tortos, onde o morador não poderá dar um bom acabamento a sua decoração e há a proibição da empresa de mexer na estrutura do Prédio. Dutos de gás entupidos, dutos de águas quebrados e/ou entupidos com concretos, proteção externa do pátio ou de lugares mais altos feitas com grades mal executados com pontas de ferros amostra, soldas quebras e extensas grades soltas. Casas das bombas sem os devidos cuidados, painéis de elétrica sem proteção adequada, coletora de esgotos com vazamentos graves, escadas sem espelhos colocando em risco a integridade física de crianças e idosos e o maior dos problemas, sem acompanhamento técnico para a execução das obras de contra pisos nos prédios que as bases não são devidamente niveladas e em alguns blocos os contra pisos estão ficando muito pesados. (Risco gravíssimo).
Consultorias: As administradoras nem sempre prestam um bom trabalho porque ficam mais interessadas em apresentar as atas e os livros de presença do que informar realmente o que deve aos condôminos. Muitos dos seus palestrantes quando colocam alguma coisa para ser votado pelos moradores já se antecipam em manipular a votação e não são democráticos querendo que a coisa ande rápida e a revelia das decisões dos condôminos. Quando são interrogados sobre assuntos referentes a contratos com a caixa, decisões administrativas que não estão no estatuto à maioria deles dizem não saber informar deixando o morador sem nenhuma explicação.

“O programa minha casa minha vida é o melhor programa habitacional criado até hoje no Brasil. Mas tem que se adequar em sua administração antes que problemas muito graves coloque todo o esforço do governo a perder.”